sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Boletim de Economia nº 29

O Boletim de Economia é uma publicação bimestral do Grupo de Economia da Fundap, composto, nesta edição, por duas seções (Conjuntura Econômica em Foco e Anexo Estatístico).

A seção de conjuntura traz uma análise detalhada do panorama das economias avançadas até o segundo trimestre de 2014 procurando identificar como evoluiu o desempenho econômico dos principais países. Identificou-se uma fase de convergência no período entre o primeiro e o segundo semestre de 2013, marcado pela recuperação do crescimento no conjunto dos países/regiões avançados, embora em ritmos desiguais.

Essa tendência não se confirmou em 2014 e divergências voltaram a ocorrer. De um lado, os Estados Unidos e o Reino Unido, onde a recuperação parece assumir contornos cada vez mais nítidos, também evidenciados pelo desempenho da inflação (na meta e próximo da meta de 2%, respectivamente) e do desemprego (em ambos os casos, no patamar de 6%). De outro lado, a desaceleração da área do euro, por dois trimestres consecutivos, evidencia a fragilidade da recuperação da atividade econômica no segundo semestre de 2013, que também transparece nos dados de inflação (que atingiu seu piso histórico, de 0,3%, em agosto) e de desemprego (a taxa de desemprego manteve-se estacionada no patamar de 11,6%). Finalmente, no Japão, onde, considerando o resultado acumulado do primeiro semestre, a economia ficou estagnada.



sexta-feira, 11 de julho de 2014

Boletim de Economia nº 28

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap, composto, nesta edição, por duas seções (Conjuntura Econômica em Foco e Anexo Estatístico).


Segue anexa a 28º edição do estudo.




sexta-feira, 14 de março de 2014

Boletim de Economia nº 27

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap, composto, nesta edição, por duas seções (Conjuntura Econômica em Foco e Anexo Estatístico).

A seção de conjuntura traz uma análise da evolução do mercado cambial brasileiro no primeiro bimestre de 2014. Avalia-se que se o tapering (desmontagem da política de afrouxamento monetário do FED) se mantiver suave e não surgir nenhuma surpresa negativa em relação à economia chinesa e ao desempenho macroeconômico doméstico (sobretudo por conta de inflação e das contas fiscais e externas), nosso excepcional diferencial de juros deve seguir atuando no sentido de evitar depreciações adicionais da moeda brasileira – as quais comprometeriam ainda mais a eficácia da política de metas de inflação. Isso porque, além de atrair aplicações de não residentes no mercado de dívida pública (contribuindo para o ingresso de divisas), esse diferencial também estimula a formação de posições líquidas vendidas em dólar no mercado futuro, que equivalem a uma operação de carry trade no mercado à vista e, com isso, contribuem para a apreciação do real.




segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Boletim de Economia nº 26

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap, composto, nesta edição, por duas seções (Conjuntura Econômica em Foco e Anexo Estatístico).
A seção de conjuntura traça cenários econômicos para o Brasil em 2014. As projeções para a economia brasileira nos últimos anos foram frustradas e rebaixadas sistematicamente, do início para o final de cada período. Não foi diferente no caso das estimativas feitas pelo Grupo de Economia da Fundap: o cenário básico não se confirmou em 2013 e os resultados efetivos se aproximaram do cenário adverso. Vale ressaltar que algo parecido também ocorreu na economia mundial. As projeções do FMI para o desempenho das economias avançadas e para o comércio mundial apresentaram a mesma tendência de rebaixamento a cada trimestre.
Este Boletim procura responder a seguinte questão: O que está por trás dessa recorrente frustração em relação à perspectiva de crescimento da economia mundial e, em particular, da economia brasileira?
No cenário básico, a expansão do PIB só conseguirá superar os 2,2% projetados se o contexto político favorecer a retomada de confiança dos agentes privados, via, por exemplo, o dinamismo do investimento em infraestrutura, apesar da alta da Selic, o que é pouco provável em um ano eleitoral.
A probabilidade de ocorrer o cenário adverso é menor, mas não pode ser descartada. O principal gatilho para que as condições econômicas piorem para o Brasil seria o aprofundamento abrupto da redução do estímulo monetário nos EUA (tapering), no caso de a economia americana acelerar mais fortemente a sua trajetória de recuperação. No cenário adverso, o PIB no Brasil se expandiria abaixo de 2%, na faixa de 1,5%, com menor contribuição do investimento ao crescimento da demanda interna.




quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Boletim de Economia nº 25

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap, composto, nesta edição, por duas seções (Conjuntura Econômica em Foco e Anexo Estatístico). A seção de conjuntura trata da deterioração recente das transações correntes e da balança comercial. Destaca-se que, apesar de o contexto financeiro internacional estar instável (sobretudo a partir do final de maio, em função das expectativas de início do tapering, ou seja, da desaceleração da política de afrouxamento quantitativo do Federal Reserve), o resultado da conta financeira avançou 10% no acumulado até agosto de 2013, em relação ao verificado no mesmo período de 2012. Esse resultado foi, todavia, insuficiente para neutralizar a expressiva elevação do saldo negativo da conta corrente. Verifica-se que a evolução das transações correntes nos próximos anos dependerá, sobretudo, do desempenho da balança comercial. Essa afirmação pauta-se na natureza estrutural do déficit da conta de Rendas (devido ao elevado passivo externo do país) do balanço de pagamentos e na baixa elasticidade dos gastos em serviços a variações da renda interna e da taxa de câmbio. Nesse contexto, as perspectivas não são muito animadoras: o perfil atual da pauta exportadora, concentrada em commodities, e a dependência de bens importados em vários setores da indústria reduzem o impacto das variações, seja nas rendas externa e interna, seja na taxa de câmbio real efetiva, sobre o resultado dessa balança.




quinta-feira, 2 de maio de 2013

Boletim de Economia nº 24

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap, composto, nesta edição, por duas seções (Conjuntura Econômica em foco e Anexo Estatístico). A seção de conjuntura analisa a desaceleração do crédito habitacional nos últimos dois anos, mostrando que, desde 2011, os saldos de financiamento imobiliário apresentam movimento de desaceleração, que foi intensificado a partir de 2012. A abertura desses saldos mostrou que as modalidades de financiamento a taxas de mercado e de financiamento à pessoa jurídica foram aquelas que tiveram comportamento mais afetado, evidenciando seu caráter mais vulnerável às mudanças conjunturais do que a parcela do financiamento imobiliário direcionado a taxas reguladas. Fatores como a forte elevação dos preços de imóveis nas principais áreas urbanas do país, superior ao crescimento da renda das famílias, o crescente endividamento e o comprometimento da renda familiar com o serviço de suas dívidas totais ajudam a explicar o desaquecimento da demanda por imóveis e da expansão dos saldos de financiamento imobiliário entre 2011 e 2013. Esses fatores associaram-se a outros do lado da oferta, como a redução das margens de lucro das empresas e a formação de estoques, levando, então, a um menor número de lançamentos de projetos habitacionais.




quinta-feira, 28 de março de 2013

Boletim de Economia nº 23

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap, composto, nesta edição, por duas seções (Conjuntura Econômica em foco e Anexo Estatístico).
A seção de conjuntura faz uma avaliação do mercado de trabalho brasileiro em 2012. A análise concluiu que houve certo grau de dinamismo no mercado de trabalho ao longo do ano passado. A massa de rendimento nas principais regiões metropolitanas do país manteve-se estável nos primeiros seis meses, apesar da expressiva desaceleração da criação de ocupações. O crescimento do rendimento médio real exerceu papel fundamental nessa tendência. No segundo semestre, esse indicador exibiu alta em função da tímida recuperação da geração de emprego e a continuidade da expansão do rendimento médio real.
A taxa de desocupação continuou, em 2012, o movimento descendente devido, em parte, ao menor crescimento da PEA em relação ao desempenho da ocupação, especialmente na faixa dos jovens. Percebe-se queda nas taxas de atividade (PEA/PIA) nas menores faixas etárias, reflexo da opção dos jovens por maior nível de educação, tornada possível graças ao aumento da renda familiar verificada nos últimos anos.




segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Boletim de Economia nº 22

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap, composto, nesta edição, por duas seções (Conjuntura Econômica em Foco e Anexo Estatístico).
A seção de conjuntura, deste número, traz uma análise detalhada sobre os fluxos de capitais estrangeiros para a economia brasileira, em 2012. A primeira conclusão é que houve uma importante alteração na composição do ingresso líquido de capitais estrangeiros: a participação dos fluxos financeiros no total recuou de um patamar de 69% em 2009 e 2010 para 49,5% em 2011 e 37,4% em 2012. Em contrapartida, a fatia dos fluxos de IDE (Investimento Direto Externo) traçou uma trajetória oposta, avançando do patamar de 30% em 2009 e 2010 para 50,5% em 2011 e 62,6% em 2012.
A análise da evolução mensal dos fluxos líquidos de capitais externos ao longo de 2012 sugere que os fatores externos (volatilidade financeira internacional e desaceleração “double-speed” na zona do euro) contribuíram para uma mudança na sua composição, a favor dos fluxos de IDE vis-à-vis os fluxos financeiros. Além disso, os controles de capitais e a gestão macroeconômica no Brasil moldaram a composição desses fluxos, induzindo o alongamento do prazo da dívida externa (securitizada e bancária), mas também afetaram a dimensão dos capitais externos de natureza financeira, ao desestimular as operações especulativas de curto prazo. Ademais, a eficácia desses controles aumentou devido à nova combinação de preços-chave (taxas de juros próximas das vigentes nas demais economias emergentes e taxa de câmbio num patamar mais elevado e menos volátil), que não é indutora de operações de arbitragem regulatória.




sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Boletim de Economia nº 21

O artigo de conjuntura, deste número, traça cenários econômicos para o Brasil em 2013. O cenário básico de maior probabilidade tem uma projeção do PIB para 2013 na faixa de 3,2% e incorpora um quadro internacional de relativa estabilidade na zona do euro, recuperação moderada dos EUA e retração suave na economia chinesa. Nesta projeção, o desempenho mediano do investimento é o principal fator que impedirá a economia brasileira de conseguir alcançar um patamar de expansão do PIB mais próximo de 4,0%. O cenário adverso parte da hipótese de que o impasse político na zona do euro se agravará, fato que inibirá soluções definitivas para a crise e, assim, fará aprofundar a recessão e os problemas de financiamento na direção de países mais importantes (Espanha e Itália). As expectativas poderão assim sofrer uma nova onda de pessimismo e a recessão poderá se aprofundar, com impactos negativos nas economias americana e chinesa. Neste contexto, o ritmo de crescimento PIB no Brasil cairia para a faixa de 1,3%.




segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Boletim de Economia nº 20

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap, composto, nesta edição, por duas seções (Conjuntura Econômica em Foco e Anexo Estatístico). O artigo da seção de Conjuntura, deste número, resgata a gênese da crise financeira global de 2008 traçando a sua periodização até a fase atual, além de detalhar os seus impactos nas economias avançadas. Do balanço elaborado, destacam-se tensões e desequilíbrios que indicam que a economia mundial, longe de voltar à normalidade, continua enfrentando sérios riscos de sofrer o temido double dip, que será tão mais grave quanto menor for o raio de manobra das políticas anticíclicas e de aporte de liquidez. Em outras palavras, a crise não acabou e os persistentes desequilíbrios macroeconômicos tendem a aprofundar os temores de que a economia mundial venha a enfrentar um cenário mais adverso, embora, no curto prazo, haja perspectiva de que acordos caso a caso na zona do euro consigam alternar momentos de melhoria com fases de deterioração, sem que haja ruptura da União Europeia.




quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Boletim de Economia nº 19

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap, composto, nesta edição, por duas seções (Conjuntura Econômica em Foco e Anexo Estatístico).
O artigo da seção de Conjuntura, deste número, traz uma análise detalhada sobre a evolução do mercado de crédito em 2012, com os seguintes destaques: o estoque total do crédito bancário do Sistema Financeiro Nacional atingiu R$ 2,24 trilhões no mês de setembro de 2012, correspondendo a 51,5% do PIB. No acumulado dos nove primeiros meses de 2012, o volume de crédito da economia brasileira cresceu 6,2%, em termos reais, indicando uma desaceleração em comparação ao desempenho no mesmo período de 2011 (7,8%), sob efeito do patamar ainda elevado da inadimplência e do desaquecimento da atividade econômica. Essa tendência só não foi mais intensa devido às pressões do governo federal, sobretudo por meio da atuação dos bancos públicos, em favor da redução dos spreads, de maneira a potencializar o impacto dos cortes da meta da taxa Selic sobre os juros dos empréstimos. Algumas medidas de caráter regulamentar, no sentido de reduzir os custos de refinanciamento das dívidas e de ampliar a concorrência bancária, também contribuíram positivamente para o desempenho do crédito em 2012.




segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Boletim de Economia nº 18

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap. Composto, nesta edição, por duas seções (Conjuntura em Foco e Anexo Estatístico).

O artigo faz um balanço do desempenho recente da atividade econômica e questiona se há espaço para acelerar o crescimento do PIB no Brasil. A trajetória recente do nível de atividade, as perspectivas de melhora para o segundo semestre e as projeções de crescimento para 2013 estão sofrendo influência de dois vetores hoje presentes na economia brasileira, quais sejam: os efeitos defasados da gestão flexível da política econômica dentro do sistema de metas de inflação e o grau (maior ou menor) de efetividade das ações do governo federal no enfrentamento dos problemas estruturais do Brasil. O artigo detalha cada um desses vetores e analisa os impactos sobre o nível de atividade econômica levando em conta diferentes cenários (básico e adverso) para a economia internacional. Em síntese, levanta-se a hipótese de que no curto prazo é baixa a probabilidade de a demanda efetiva ser suficientemente forte para alavancar um ciclo longo de expansão sustentada do investimento privado. Surge outra dúvida em relação à possibilidade de o país alçar taxas de crescimento do PIB mais elevadas. Qual será a capacidade do governo de liderar um ciclo de investimento em infraestrutura? Capacidade no sentido de realizar obras, gerar as fontes de financiamento para o investimento privado via BNDES, e coordenar o processo de concessões de setores importantes para o desenvolvimento do país.




25º Seminário Debates Fundap – Crise, Política Fiscal e Política Econômica


26 de outubro de 2012, sexta-feira, das 9h30 às 12h30 - Anfiteatro da Fundap – Rua Alves Guimarães, 429 5º andar. Pinheiros. São Paulo


"Crise, Política Fiscal e Política Econômica"

“A crise atual, assim como nos anos 30 do século passado, os homens e mulheres do poder deliram entre as fantasias do eterno retorno do mesmo e as ilusões do decisionismo incondicionado e descolado da correlação de forças sociais. Para uns, os da margem esquerda, se houver vontade política, tudo é possível. Na outra margem, a da direita, multiplicam-se as falácias do economicismo, a capitulação diante da ”objetividade” das condições existentes”. Luiz Gonzaga Belluzzo. Desordem na engrenagem da civilização. Valor Econômico. 14/9/2012



EXPOSITORES:

  • Fabrício Augusto de Oliveira - doutor e livre-docente em Finanças Públicas pela UNICAMP. Professor aposentado da UFMG. Professor da Escola de Governo da Fundação João Pinheiro. Belo Horizonte MG.
  • José Roberto Afonso - mestre e doutor em economia pela UNICAMP. Economista do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES. Assessor técnico da subcomissão para assuntos tributários do Senado Federal.

DEBATEDORES:

  • Júlio Sergio Gomes de Almeida - Professor do Instituto de Economia da UNICAMP. Consultor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial. Conselheiro da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo e da Federação do Comércio do Estado de São Paulo.
  • Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo - Economista e professor emérito de universidades nacionais e internacionais. Autor de importantes livros e ensaios sobre economia. Como analista econômico é presença frequente nos debates da imprensa escrita e de outras mídias nacionais. Participa de importantes Conselhos deliberativos e consultivos no setor público, acadêmico e privado.

MEDIADOR:

Geraldo Biasoto Junior - Economista. Diretor Executivo da Fundap.


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sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Boletim de Economia nº 17

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap. Composto, nesta edição, de duas seções (Conjuntura Econômica em Foco e Anexo Estatístico), o artigo de conjuntura faz um panorama da política macroeconômica do governo Dilma.

São traçados, nas perspectivas do artigo, dois cenários que levam em conta as mudanças na gestão do regime de política macroeconômica do governo atual. Conclui-se que, embora caminhem na direção correta, não são suficientes para enfrentar os desafios que se colocam para a economia brasileira: crescimento econômico sustentável com distribuição de renda e inclusão social, ancorado no mercado interno e sob liderança dos investimentos, não somente em setores tradicionais da indústria e infraestrutura, mas também em setores de ponta em termos tecnológicos, como os que fazem parte da chamada “Economia verde”, que têm sido praticamente ignorados por esse governo. A gestão macroeconômica deve ser articulada com um leque mais amplo de políticas setoriais (além da creditícia e tributária, industrial e tecnológica), no âmbito de um plano desenvolvimento para enfrentar os desafios enfrentados hoje pela economia brasileira, dentre os quais se destacam os problemas de competitividade da indústria.


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Boletim de Economia nº 16

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia
da Fundap. Composto de três seções (conjuntura econômica, um estudo sobre
temas setoriais e anexo estatístico), o Boletim aborda temas de interesse do setor público.

Nesta edição, o artigo da seção de Conjuntura em Foco faz uma análise dos resultados do PIB no primeiro trimestre de 2012. O estudo setorial traz os resultados da pesquisa sobre o desempenho econômico-financeiro das grandes empresas não financeiras de capital aberto no Brasil para o período 2007-2011 e para o primeiro trimestre de 2012 e levanta a seguinte questão: “As medidas de estímulo à economia brasileira serão suficientes para reverter as tendências econômico-financeiras das grandes empresas de capital aberto, quais sejam: menor rentabilidade operacional e financeira, baixa capacidade de geração de recursos próprios e recuo do investimento?”.


quinta-feira, 12 de julho de 2012

24º Seminário Debates Fundap – Descentralização do ensino fundamental no Estado de São Paulo: condicionantes institucionais, impactos e potencialidades.


26 de julho de 2012, quinta-feira, das 14h15 às 17h30 - Anfiteatro da Fundap – Rua Alves Guimarães, 429 5º andar. Pinheiros. São Paulo


"Descentralização do ensino fundamental no Estado de São Paulo: condicionantes institucionais, impactos e potencialidades."

A Constituição Brasileira de 1988 elevou os municípios à condição de entes federados e instituiu as diretrizes de descentralização e participação para as políticas sociais com base no pressuposto de que isso as tornaria mais eficazes pela proximidade das comunidades locais, responsáveis pelo exercício do controle social. Por outro lado, assegurar qualidade ao processo educativo de crianças e jovens representa hoje um dos principais desafios que o Brasil deve enfrentar para criar condições continuadas de promover seu desenvolvimento econômico e sócio-cultural de forma conseqüente e responsável.


Como garantir que o ensino fundamental se estabeleça em um patamar de excelência de pleno e adequado funcionamento tomando-se como base do sistema a colaboração entre as esferas de governo?



Bloco 1
Abertura e palestra Bruno Daniel

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Bloco 2
Palestra Lúcia Mandel

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Bloco 3
Palestra Paulo Roberto Padilha

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Bloco 4
Debate

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Bloco 5
Interação

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PROGRAMA:

  • Contornos Federativos e Relações Intergovernamentais: Interdependência, Cooperação e Sobreposições na Política de Educação.

    Prof. Bruno Daniel Filho. Fundap/FEA-PUC-SP.
  • Presença e Cooperação da Secretaria Estadual de Educação com as Redes Municipais de Ensino Fundamental no estado de São Paulo: Corresponsabilidade, Participações Conveniadas, Programas Pedagógicos Compartilhados, Incentivos e Intercâmbios.

    Prof. João Cardoso Palma.
    Secretário Adjunto da Secretaria Estadual de Educação.
  • Perspectivas a partir do Acompanhamento e Orientações Técnicas do IPF para a Organização de Redes Municipais de Educação: Realidade e Horizontes.

    Prof. Paulo Roberto Padilha. Instituto Paulo Freire/SP.
  • Debatedor: Luiz Palma. Coordenador de projetos de políticas sociais - Fundap.

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quarta-feira, 13 de junho de 2012

23º Seminário Debates Fundap – CONTROLES INTERNOS, CORRUPÇÃO E TRANSPARÊNCIA NO ESTADO BRASILEIRO


29 de junho de 2012, sexta-feira, das 9h30 às 12h30 - Anfiteatro da Fundap – Rua Alves Guimarães, 429 5º andar. Pinheiros. São Paulo


"CONTROLES INTERNOS, CORRUPÇÃO E TRANSPARÊNCIA NO ESTADO BRASILEIRO"

Sucessivas denúncias de ilícitos e malfeitos parecem indicar um recuo na capacidade de controle da sociedade sobre o Estado e dos organismos estatais entre si. Estaríamos condenados à reposição permanente da corrupção nos ambientes públicos brasileiros e especialmente nas interações entre a esfera política e o mundo dos negócios? O presente seminário pretende contribuir para o avanço dessa discussão, privilegiando os mecanismos de controle da corrupção no Estado brasileiro a partir de três eixos: controles internos, accountability e acesso à informação.

Bloco 1
Sistema de Controles Internos na Administração Pública Brasileira

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Bloco 2
A Corrupção como Fenômeno Político

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Bloco 3
A sociedade civil: acesso e demanda por informações públicas

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Bloco 4
Debatedores

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Bloco 5
Debate

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PARTICIPANTES:



  • Cecília Olivieri. Docente do Departamento de Políticas Públicas - USP/ ZLeste. Sistema de Controles Internos na Administração Pública Brasileira.

  • Francisco Fonseca. Docente do Departamento de Administração Pública - FGV- SP. A Corrupção como Fenômeno Político.

  • Cláudio Abramo – ONG/Transparência Brasil. A sociedade civil: acesso e demanda por informações públicas.

  • Debatedores
    Marco Aurélio Nogueira
    Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais-IPPRI. UNESP

    Rita de Cássia Biason
    Departamento de Educação e Políticas Públicas. UNESP Franca.

    Coordenador da mesa: Luiz Palma – FUNDAP


terça-feira, 12 de junho de 2012

Boletim de Economia nº 15

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia
da Fundap. Composto de três seções (conjuntura econômica, um estudo sobre
temas setoriais e anexo estatístico), o Boletim aborda temas de interesse do setor público.

Nesta edição, o artigo da seção de conjuntura em foco faz uma análise da evolução recente da atividade econômica e das mudanças nas regras da caderneta de poupança. O estudo setorial elabora com detalhes o comportamento do mercado de capitais no Brasil em 2011.


sexta-feira, 11 de maio de 2012

Boletim de Economia nº 14

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia
da Fundap. Composto de três seções (conjuntura econômica, um estudo sobre
temas setoriais e anexo estatístico), o Boletim aborda temas de interesse do setor
público.

Nesta edição, o artigo da seção de conjuntura em foco faz uma análise
da crise da indústria brasileira em perspectiva global com detalhamento das medidas
de política econômica tomadas pelo governo (na área cambial e o Plano
Brasil Maior). O estudo setorial elabora uma análise da evolução do mercado de
trabalho brasileiro em 2011 e no primeiro trimestre de 2012.



quinta-feira, 5 de abril de 2012

Boletim de Economia nº 13

O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia
da Fundap. Composto de três seções (conjuntura econômica, um estudo sobre
temas setoriais e anexo estatístico), o Boletim aborda temas de interesse do setor
público.
Nesta edição, o artigo da seção de conjuntura em foco traça a evolução
do PIB no pós-crise de 2008 com detalhamento do resultado de 2011 e levanta
a seguinte questão: “A economia brasileira voltou ao padrão de stop and go de
crescimento no pós-crise ?”. O estudo setorial faz uma análise do comportamento do mercado de crédito brasileiro em 2011.