O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap. Composto
de três seções (conjuntura econômica, um estudo sobre temas setoriais e anexo estatístico), o
Boletim aborda temas de interesse do setor público.
Nesta nova edição, o artigo da seção de conjuntura analisa o desempenho da balança comercial
brasileira em 2011. O estudo setorial examina a evolução e mostra perspectivas das tarifas de
energia elétrica nos últimos anos.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
Boletim de Economia nº9
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Estudos Fundap 1
O primeiro artigo publicado na série Estudos Fundap trata a questão do descolamento entre a taxa Selic e os gastos com juros da dívida pública do setor público brasileiro. Parte-se da constatação de que até 2010, a Selic caiu em ritmo muito mais rápido do que diminuiu o gasto com juros – em especial, no âmbito da política de combate à crise financeira global. No sentido inverso, assim que aquela taxa voltou a subir para combater pressões inflacionárias, os correspondentes gastos em 2011 cresceram mais rápido.
O objetivo é chamar a atenção, desde os formuladores da política econômica até os formadores de opinião econômica, que não se deve mais esperar que um corte na Selic impacte direta e proporcionalmente no gasto com juros. Esse era um fenômeno do passado da economia brasileira em que a maior parte da dívida mobiliária era indexada àquela taxa e, o principal, a dívida líquida do setor público (DLSP) não era o resultado da diferença entre estoques tão grandes e, ainda mais, com taxas de remuneração e com prazos de vencimento tão díspares. O enorme descompasso entre os estoques ativos e passivos, basicamente do Tesouro Nacional, provocou um descolamento entre a evolução da Selic e o fluxo do custo da dívida pública. Como esse diferencial não foi reduzido, mas sim aumentou ainda mais nos últimos meses (pressionado pelo aumento das reservas internacionais e dos créditos para instituições financeiras oficiais), esse fenômeno deve permanecer e, por conseguinte, desautoriza supor que uma queda mais acelerada da SELIC reduzirá ao mesmo tempo e no mesmo ritmo uma redução dos custos do endividamento público.
Leia a Primeira edição do Estudos Fundap
Estudos Fundap
A série Estudos Fundap é uma publicação da Fundação do Desenvolvimento Administrativo que pretende ser um espaço de divulgação de artigos, relatos de pesquisa, notas e resenhas, conferências, estudos de caso sobre diversos temas de interesse da Administratação Pública, que abordem preferencialmente a gestão e a administração pública, as finanças, as políticas sociais e a economia.
Edição 1 - Estudos Fundap - Selic e Gastos Públicos com Juros: a taxa básica que cada vez menos baliza
Edição 2 - Estudos Fundap - Desconhecimento da Realidade
para uma Utopia
Edição 3 - Estudos Fundap - O impacto do endividamento externo sobre as empresas não financeiras no brasil, no terceiro trimestre de 2011
Edição 4 - Estudos Fundap - Fiscalidade, crédito e crise no Brasil: diagnóstico e proposições
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Boletim de Economia nº8
O Boletim de Economia é uma publicação mensal do Grupo de Economia da Fundap. Composto de três seções (conjuntura econômica, um estudo sobre temas setoriais e anexo estatístico), o Boletim aborda temas de interesse do setor público.
Nesta oitava edição, a seção de conjuntura analisa a nova proposta de política industrial (Plano Brasil maior), enquanto o estudo setorial aborda os resultados das grandes empresas de capital aberto no 1º semestre de 2011.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
22º Seminário Debates Fundap - Gestão Ambiental: economia agrária e recursos naturais
18 de outubro de 2011, terça-feira, das 14h30 às 17h30 - Anfiteatro da Fundap – Rua Alves Guimarães, 429 5º andar. Pinheiros. São Paulo
O crescimento da população mundial provoca um aumento na demanda externa e interna dos países alterando o padrão de consumo no setor primário. Essa transformação desdobra-se em oportunidades de negócios que requerem a incorporação de novas áreas territoriais ao processo produtivo para a agricultura assim como para a exploração de minérios. Concomitantemente para a preservação e a conservação do bem de uso comum da humanidade - o meio ambiente faz-se necessário aprimorar as políticas públicas ambientais. Para tanto é fundamental acompanhar criticamente o desenvolvimento da legislação nacional em sintonia com os protocolos internacionais protecionistas nos quais o país é signatário, os instrumentos de regulação, planejamento e gestão sem perder a perspectiva da necessidade da produção de bens econômicos.
PARTICIPANTES:
- Wagner Costa Ribeiro. Geógrafo. Professor livre docente do Departamento de Geografia e do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental da Universidade de São Paulo. É coordenador do Grupo de Pesquisa de Ciências Ambientais do IEA/USP e autor de “A Ordem Ambiental Internacional (2001 e 2005) e “Geografia Política da Água (2008), entre outros livros.
- José Sidnei Gonçalves. Engenheiro Agrônomo, Doutor em Ciências Econômicas e Pesquisador Científico do Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA).
- Debatedor Ademar Ribeiro Romeiro. Economista. Doutor pela Universidade de Paris com Pós-Doutorado na Universidade de Stanford e na Escola Nacional de Engenharia de Águas e Florestas na França. Professor I. E. da UNICAMP. Atua nos temas de meio ambiente e agricultura, reforma agrária e agricultura sustentável, economia ecológica.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Mercado de Trabalho: crise, recuperação e desafios
Esta Nota Técnica tem por objetivo analisar o desempenho do mercado de trabalho no período recente – vale dizer, no período que engloba a crise de 2008 (captada nos indicadores sobre mercado de trabalho, em 2009) e sua superação. Para tanto, será necessário ter em mente, como pano de fundo, o cenário vigente no mercado de trabalho desde 2004, quando se iniciou uma fase de forte expansão do emprego e proliferaram evidências de que o mercado de trabalho estaria caminhando rumo a uma melhor estruturação.